Amarga herança de Leo

Ed. FTD, S.Paulo, 1997, páginas


Após a morte de Leo, aos 21 anos, Flora – a única amiga que sabe que ele foi vítima de Aids – reconstitui a história de sua turma, tentando descobrir como e quando Leo foi contaminado. O final em aberto evoca algo mais trágico: quais dentre eles, inclusive a própria Flora, correm o rico de também serem portadores do vírus HIV? O texto conduz à discussão das relações amorosas e do uso de drogas numa época em que amor e morte andam perigosamente próximos.

Fora de catálogo, esperando um novo editor

Onde comprar: em sebos.www.estantevirtual.com.br

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